à espera

Deixa-me mergulhar no teu corpo feito berço
E vestir-te do meu odor de vida feito pele
Quero atravessar contigo a neblina do sonho feita névoa de prata ondulando azuis
E saborear o húmus da terra vermelha que nos espera

2 comentários:

Adolfo Payés disse...

Con un poema así.. se sonríe por siempre el alma..

Bello como siempre..


Por problemas con mi ordenador no había podido visitarte.


Lo siento..
Un abrazo
Con mis
Saludos fraternos...


Que disfrutes de un buen fin de semana... mis mejores deseos..

Maria disse...

Lindo!!!
Mais um poema com cheiro! E como eu gosto do cheiro da terra...

Beijo, Viajantes.