a paz do azul

Mergulho no fundo azul da alma renovada
ilumino o corpo e descanso as vestes do infortúnio
aproveito os rasgos de luz que se avizinham
abraço a luta e desembainho a espada
que destreinada e baça de tréguas não desejadas
de desencantos e amargos de espera malfadados
aguarda impaciente e crente
que ventos de esperança desnudem e esventrem a terra e dêem ordem de mudança
então redobro a força que grita clama e reclama a caminhada
exploro cobro, cubro e desbravo o novo desconhecido caminho amante
até que o odor da dor se banhe em mel de vida mansamente
e o teu perfume finalmente invada e envolva o espaço vazio
e traga a paz do azul do fundo da alma renovada.

2 comentários:

Adolfo Payés disse...

Siempre es un placer leerte..

Un beso

Un abrazo
Con mis
Saludos fraternos..

Que pases un buen fin de semana..

Lud disse...

Adorei o texto! Aliás, todo o blog está muito interessante!