esperanças

desalinho, faço, desfaço e reinvento
desafio-me sem me atropelar, num espaço vivo de esperanças.
tenho um caderno de folhas de vida a cheirar ainda a novo
então, pego-o com o cuidado, vejo-o e revejo-o vezes sem conta,
cheiro-o, aperto-o e aconchego-o ao peito, com ambas as mãos,
descanso a cabeça e adormeço finalmente deleitada.
agora já posso sonhar comigo.

2 comentários:

Adolfo Payés disse...

Un gusto leerte

Un beso

Un abrazo
Saludos fraternos

Que tengas un buen fin de semana..

viajantes disse...

obrigada adolfo.
tenho no entanto muita pena de não poder aceder ao teu blog. já há três dias que não é possível fazê-lo. do teu último poema só pude apreciar o primeiro verso... fica a enorme vontade de proximamente ter o prazer de disfrutar da tua companhia em teu blog.
abraço.