Ouves os passos? coelho não põe ovos, o Pesah comemora a libertação
Porque não pode
porque não sabe
porque vê mal
Porque é incapaz
mas (s)em ironia a explicação;
porque na origem das coisas se encontra o sentido,
porque não é o coelho que significa a Páscoa "...o Pesah, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado.."
não é o coelho que segura os ovos, mas sim... "Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres..."
Porque o coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente ao redor da deusa de pés nus,
já não consegue ver os "... ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes.
De facto, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã actual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa
porque não sabe
porque vê mal
Porque é incapaz
mas (s)em ironia a explicação;
porque na origem das coisas se encontra o sentido,
porque não é o coelho que significa a Páscoa "...o Pesah, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado.."
não é o coelho que segura os ovos, mas sim... "Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres..."
Porque o coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente ao redor da deusa de pés nus,
já não consegue ver os "... ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes.
De facto, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã actual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa
Vou sossegar
Vou tirar esta música pesada que me aperta a garganta
E deixar-me levar pela canção de embalar que me aconchega
no ninho do teu ombro onde me quero abandonar
Vou tirar esta música pesada que me sufoca o peito
E deixar-me ficar na nuvem do sonho doce de ti e adormecer
Sorvo a saudade de ti que me pesa encorpada aveludada e quente
E espero o sopro da brisa da presença do teu olhar que me apazigua
Tenho saudades, tenho saudades de ti meu pai
Vem e embala o meu coração para eu poder adormecer
E deixar-me levar pela canção de embalar que me aconchega
no ninho do teu ombro onde me quero abandonar
Vou tirar esta música pesada que me sufoca o peito
E deixar-me ficar na nuvem do sonho doce de ti e adormecer
Sorvo a saudade de ti que me pesa encorpada aveludada e quente
E espero o sopro da brisa da presença do teu olhar que me apazigua
Tenho saudades, tenho saudades de ti meu pai
Vem e embala o meu coração para eu poder adormecer
palavras de silencio
Não tardaste em aparecer sob um pretexto qualquer
e trazias os teus olhos rasos de dizer
Inundados de páginas inteiras de recados que transbordavam da cabeça
E das nossas bocas mudas, apenas as palavras que contavam as coisas importantes tornadas agora banais,
que já não conseguíamos ouvir
Abafadas pelo grito das que nos saiam do peito num soluço sufocado, aos borbotões
Assim mesmo sem querer.
Apenas uns breves instantes de ti para tomares de novo o meu espaço de sonho
Tantas palavras de silêncio
e trazias os teus olhos rasos de dizer
Inundados de páginas inteiras de recados que transbordavam da cabeça
E das nossas bocas mudas, apenas as palavras que contavam as coisas importantes tornadas agora banais,
que já não conseguíamos ouvir
Abafadas pelo grito das que nos saiam do peito num soluço sufocado, aos borbotões
Assim mesmo sem querer.
Apenas uns breves instantes de ti para tomares de novo o meu espaço de sonho
Tantas palavras de silêncio
A Nau Violeta
Lá vem a nau violeta bem a tempo de contar,
Ouvi meus caros senhores esta trova de pasmar.
Ir então ao prestamista, prestigiado senhor
Não era, não querer dizer, de longe o viver a grego
Era sim, bem de verdade, pôr mesmo no Sr. Prego
Porque nos meados de dezanove, havia um benfeitor
Dono de todas as casas, ou ditos lugares de penhor
Onde iam todas as gentes, que queriam viver melhor
Na nova trip(b)ulação, num tempo de vinte e uns
Muitos em busca do Prego, ou outros e mais alguns
Viram ufanos chegar, a nova era afinal
Achando-se assim por dizer, agora de novo e igual
De volta em tempo real, ao tempo dos dezanove
Tudo na mesma afinal, tirando a prova dos nove
Em sinal de aflição, não tardaram em conceber
Agora pintadas de novo, outras tantas filosofias,
Mil e uma fantasias, requintes e ideologias
Fintas, jogos, tropelias, só para sobreviver
Apesar do desconforto, já sem mais imaginação
Pra não correr ao prestamista, ante tal condição
Achando-se gente de bem, e a não ter que mal parecer,
Com novas tecnologias, não iriam padecer
Eis que chegam então, à brilhante conclusão
Publicam um anúncio e clicam no botão
Outros tantos n(a) (des)ventura que procuram a solução
Cruzam também este caminho em torno da mesma razão
Esticar o orçamento numa busca bem malfadada
É a nova aventura, desta dit(os)a dura encruzilhada
E clicam também no botão
Porque apenas e só resta, o corpo para alimentar
Encontram-se assim por dizer,
Todos, na mesma ceia a comer
Literalmente, o sofá, a cama, a televisão e a mesa de jantar
Apenas para poder esticar o orçamento familiar
Pois é preciso salvar o corpo para trabalhar
É então que dão as mãos em torno da mesma razão
E ao velho novo prestamista, dizem não
Na busca da solução
Ouvi meus caros senhores esta trova de pasmar.
Ir então ao prestamista, prestigiado senhor
Não era, não querer dizer, de longe o viver a grego
Era sim, bem de verdade, pôr mesmo no Sr. Prego
Porque nos meados de dezanove, havia um benfeitor
Dono de todas as casas, ou ditos lugares de penhor
Onde iam todas as gentes, que queriam viver melhor
Na nova trip(b)ulação, num tempo de vinte e uns
Muitos em busca do Prego, ou outros e mais alguns
Viram ufanos chegar, a nova era afinal
Achando-se assim por dizer, agora de novo e igual
De volta em tempo real, ao tempo dos dezanove
Tudo na mesma afinal, tirando a prova dos nove
Em sinal de aflição, não tardaram em conceber
Agora pintadas de novo, outras tantas filosofias,
Mil e uma fantasias, requintes e ideologias
Fintas, jogos, tropelias, só para sobreviver
Apesar do desconforto, já sem mais imaginação
Pra não correr ao prestamista, ante tal condição
Achando-se gente de bem, e a não ter que mal parecer,
Com novas tecnologias, não iriam padecer
Eis que chegam então, à brilhante conclusão
Publicam um anúncio e clicam no botão
Outros tantos n(a) (des)ventura que procuram a solução
Cruzam também este caminho em torno da mesma razão
Esticar o orçamento numa busca bem malfadada
É a nova aventura, desta dit(os)a dura encruzilhada
E clicam também no botão
Porque apenas e só resta, o corpo para alimentar
Encontram-se assim por dizer,
Todos, na mesma ceia a comer
Literalmente, o sofá, a cama, a televisão e a mesa de jantar
Apenas para poder esticar o orçamento familiar
Pois é preciso salvar o corpo para trabalhar
É então que dão as mãos em torno da mesma razão
E ao velho novo prestamista, dizem não
Na busca da solução
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