Ontem no quintal aqui e em todos os lugares
Ontem alguma coisa me dizia que tinha que levar a mãe ao quintal, lugar onde marcaste presença. Como sempre, aquelas coisas de o Gério já ligou? Disseste ao Gério que eu estava aqui? que eu fazia de conta que me faziam ciúmes e que convenhamos, até te dava algum gozo. O Gerinho ontem devia estar por lá não é? e para lá me guiaste asseguro-vos. Recriei o espaço com os olhos do coração num olhar distante de 2009 que ontem reproduzi. E assim te levei para lá com a tua firmeza e alegria numa imagem de 2011. Mas posso-te confessar uma coisa? Fiz um bocado de batota, porque juro-te que te tive sempre aqui. E sabes mais? Todos os teus te tiveram em todos os lugares. Grande vantagem não é, a de estares agora aí... Com esta me vou. Ontem de facto não havia condições, não me deixavas espaço para este estado de alma. Hoje, confesso, é-me mais fácil. Tudo se arranja, como sempre nos ensinaste. obrigada mãe!
beber este som
Beber este som com travo de hidromel do quissange,
embalado na embriaguês de um maruvo de som de puita,
abraçado ao encorpado carmim é um doce prazer...
Do sábio alquimista o destino vestido de luxúria
como se de prazer insaciável se tratasse,
o abraço fraterno da tríade irmandade.
Deixo-me levar e deslizo no andar gingão, maroto, travesso, encalço feliz de golpe certeiro,
viajo embalado no composto licor, de notas e cheiros de cor,
que mágico nasce da arte de festa de um doce perfume...
de dentro de ti
E foi assim
Quando te tentei falar, ansiei que o não pudesses fazer.
E assim foi.
Hoje quando finalmente senti coragem e desejei que acontecesse,
Assim foi.
Sabia da dor igual que ainda em brasa me atravessa
Quando devagarinho levanto o manto de pele que a cobre e desnuda
Aquela que em vão tento adormecer, quando dormente da luta
A procuro esconder no vão mais fundo da noite de insónia da minha alma
Era assim que a tentava evitar, quando soube da tua igual.
E inventei alegria quando o espaço era de pesar
E num faz de conta de normalidade me vi incapaz de a tornear
E dizias hoje entre soluços entrecortados em espasmos e golfadas
Da perda maior minha querida.
E sentiste porque foi que me quis apartar, quando só te queria abraçar
Quando fugi desse espaço denso espesso onde escureço e bem conheço
Dói, dói muito. Não vai passar, não te vais esquecer, vais-te habituar a conviver
Foi o que consegui dizer
E assim foi
Hoje quando finalmente deixei o faz de conta de ar de normalidade
Da invenção de alegria no espaço negro de pesar e fui capaz de te enfrentar
Para escutar de ti a dor da perda da tua mãe
Dói, dói muito.
Foi o que consegui dizer
E assim foi.
Hoje quando finalmente senti coragem e desejei que acontecesse,
Assim foi.
Sabia da dor igual que ainda em brasa me atravessa
Quando devagarinho levanto o manto de pele que a cobre e desnuda
Aquela que em vão tento adormecer, quando dormente da luta
A procuro esconder no vão mais fundo da noite de insónia da minha alma
Era assim que a tentava evitar, quando soube da tua igual.
E inventei alegria quando o espaço era de pesar
E num faz de conta de normalidade me vi incapaz de a tornear
E dizias hoje entre soluços entrecortados em espasmos e golfadas
Da perda maior minha querida.
E sentiste porque foi que me quis apartar, quando só te queria abraçar
Quando fugi desse espaço denso espesso onde escureço e bem conheço
Dói, dói muito. Não vai passar, não te vais esquecer, vais-te habituar a conviver
Foi o que consegui dizer
E assim foi
Hoje quando finalmente deixei o faz de conta de ar de normalidade
Da invenção de alegria no espaço negro de pesar e fui capaz de te enfrentar
Para escutar de ti a dor da perda da tua mãe
Dói, dói muito.
Foi o que consegui dizer
Ouves os passos? coelho não põe ovos, o Pesah comemora a libertação
Porque não pode
porque não sabe
porque vê mal
Porque é incapaz
mas (s)em ironia a explicação;
porque na origem das coisas se encontra o sentido,
porque não é o coelho que significa a Páscoa "...o Pesah, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado.."
não é o coelho que segura os ovos, mas sim... "Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres..."
Porque o coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente ao redor da deusa de pés nus,
já não consegue ver os "... ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes.
De facto, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã actual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa
porque não sabe
porque vê mal
Porque é incapaz
mas (s)em ironia a explicação;
porque na origem das coisas se encontra o sentido,
porque não é o coelho que significa a Páscoa "...o Pesah, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado.."
não é o coelho que segura os ovos, mas sim... "Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres..."
Porque o coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente ao redor da deusa de pés nus,
já não consegue ver os "... ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes.
De facto, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã actual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa
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